DOC: UM OLHAR SOBRE NÓS





O LANÇAMENTO FOI FEITO EXCLUSIVAMENTE PARA OS PRODUTORES DO DO DOC
LANÇAMENTO 28 DE NOVEMBRO 2025

29 DE NOVEMBRO - PÚBLICO EM GERAL
NO DIA 29 DE NOVEMBRO TIVEMOS UMA SESSÃO COM DEBATE NO FINAL PARA O PÚBLICO EM GERAL!

SESSÃO NO ARTE PAJUÇARA - MACEIÓ-AL

PROJETO CAPSÚLA 2025 - IDENTIDADES NEGRAS

PRÊMIO PERIFERIA VIVA 2025
COM MUITO ORGULHO VENCEMOS O PRÊMIO PERIFERIA 2025!


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Portifólio
"O colonizado, portanto, descobre que sua vida, sua respiração, as batidas de seu coração são as mesmas que as do colono. Descobre que a pele do colono não vale mais que a pele do nativo."
Frantz Fanon
Os condenados da Terra. Rio de Janeiro: Zahar, 2022.

QUAL NOSSA VERDADEIRA IMAGEM?
DESCOLONIZE SEU OLHAR!
"A imagem do negro no Brasil é a imagem do escravo. Essa é a marca indelével que a escravidão deixou na sociedade brasileira. O negro é visto como um ser submisso, desprovido de história e cultura própria. A falsa democracia racial mascara o racismo estrutural, que insiste em nos manter à margem da humanidade."
Fonte: NASCIMENTO, Abdias do. O Genocídio do Negro Brasileiro: Processo de um Racismo Mascarado. São Paulo: Perspectivas, 1978.
DOC CKN: Um Olhar Sobre Nós
É um foto-filme em formato de documentário com vinte e quatro minutos de duração que faz um mergulho nas histórias de vários jovens pretos periféricos de Maceió, falando sobre o que é ser negro(a) em Alagoas, qual sua relação com seu território e seus sonhos para o futuro. Paralelo a esses relatos que ajudam no entendimento e pensamento sobre ser preto, o doc trás cenas das nossas culturais e exposições fotográficas realizadas ao longo dos quase quatro anos de projeto. Um documentário que fará você refletir sobre o poder da imagem negra no imaginário social, bem como entender a potencialidade dos corpos pretos periféricos no desenvolvimento, produção e ressignificação da cultura negra alagoana.








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EU AMO SER NEGONA!
EU AMO SER NEGONA
SABOTAGE
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LABIRINTO.NEGRO
BAOBÁ
AXÉ
CRIAR
"O negro carrega o fardo de ser 'o outro' na sociedade brasileira. Nossa subjetividade é negada, e somos obrigados a nos ver através dos olhos brancos, que nos definem como inferiores. A libertação começa quando nos reconhecemos como autores de nossa própria imagem."
Fonte: SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se Negro: As Vicissitudes da Identidade do Negro Brasileiro em Ascensão Social. Rio de Janeiro: Graal, 1983.




















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