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  • HOME | cliquilombo

    DOC: UM OLHAR SOBRE NÓS O LANÇAMENTO FOI FEITO EXCLUSIVAMENTE PARA OS PRODUTORES DO DO DOC LANÇAMENTO 28 DE NOVEMBRO 2025 29 DE NOVEMBRO - PÚBLICO EM GERAL NO DIA 29 DE NOVEMBRO TIVEMOS UMA SESSÃO COM DEBATE NO FINAL PARA O PÚBLICO EM GERAL! SESSÃO NO ARTE PAJUÇARA - MACEIÓ-AL HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close PROJETO CAPSÚLA 2025 - IDENTIDADES NEGRAS PRÊMIO PERIFERIA VIVA 2025 COM MUITO ORGULHO VENCEMOS O PRÊMIO PERIFERIA 2025! PARCEIRA: CQL I AWÁ I ANKH NOSSO QUILOMBO EM EXPANSÃO. DOIS COLETIVOS PRETOS QUE SE ABRAÇAM. ENSAIO COMPLETO Yaluma Beijamin Amora Nalanda Benedito Bentes Jiray Grilo Odé Village Campestre / Jacintinho Projeto Cápsula - 2025 Grilo Yaluma Beijamin Amora Nalanda Benedito Bentes Jiray Grilo Odé Village Campestre / Jacintinho Projeto Cápsula - 2025 Grilo colab OFICINA DE BAGS - AFROART OLHAR CQL AfroArt Explore Parceria Portifólio "O colonizado, portanto, descobre que sua vida, sua respiração, as batidas de seu coração são as mesmas que as do colono. Descobre que a pele do colono não vale mais que a pele do nativo." Frantz Fanon Os condenados da Terra. Rio de Janeiro: Zahar, 2022. PROJETO CÁPSULA 2025 PROJETO CÁPSULA 2024 EXPOSIÇÃO UM OLHAR SOBRE NÓS I ENCONTRO FOTOGRÁFICO II RODA DE CONVERSA - JACINTINHO DEBATE LITERÁRIO ANTIRRACISTA 00:00 / 04:27 II CULTURAL I CULTURAL II ENCONTRO FOTOGRÁFICO QUAL NOSSA VERDADEIRA IMAGEM? DESCOLONIZE SEU OLHAR! "A imagem do negro no Brasil é a imagem do escravo. Essa é a marca indelével que a escravidão deixou na sociedade brasileira. O negro é visto como um ser submisso, desprovido de história e cultura própria. A falsa democracia racial mascara o racismo estrutural, que insiste em nos manter à margem da humanidade." Fonte: NASCIMENTO, Abdias do. O Genocídio do Negro Brasileiro: Processo de um Racismo Mascarado. São Paulo: Perspectivas, 1978. Time82 Revista Alagoana TNH1 Painel de Notícias Agora! Alagoas DOC CKN: Um Olhar Sobre Nós É um foto-filme em formato de documentário com vinte e quatro minutos de duração que faz um mergulho nas histórias de vários jovens pretos periféricos de Maceió, falando sobre o que é ser negro(a) em Alagoas, qual sua relação com seu território e seus sonhos para o futuro. Paralelo a esses relatos que ajudam no entendimento e pensamento sobre ser preto, o doc trás cenas das nossas culturais e exposições fotográficas realizadas ao longo dos quase quatro anos de projeto. Um documentário que fará você refletir sobre o poder da imagem negra no imaginário social, bem como entender a potencialidade dos corpos pretos periféricos no desenvolvimento, produção e ressignificação da cultura negra alagoana. EU AMO SER NEGONA! EU AMO SER NEGONA SABOTAGE LABIRINTO.NEGRO BAOBÁ AXÉ CRIAR "O negro carrega o fardo de ser 'o outro' na sociedade brasileira. Nossa subjetividade é negada, e somos obrigados a nos ver através dos olhos brancos, que nos definem como inferiores. A libertação começa quando nos reconhecemos como autores de nossa própria imagem." Fonte: SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se Negro: As Vicissitudes da Identidade do Negro Brasileiro em Ascensão Social. Rio de Janeiro: Graal, 1983.

  • DOC CKN | cliquilombo

    Projeto Cápsula 2025 do CKN - CLICK NIGGAS: Uma iniciativa cultural que registra e celebra momentos da negritude contemporânea através da fotografia e da arte, conectando passado, presente e futuro. GRAVAÇÕES 2024 GABI - MODELO - SANTOS DUMOND HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close DOC: UM OLHAR SOBRE NÓS DOC CKN: Um Olhar Sobre Nós É um foto-filme em formato de documentário com vinte minutos de duração que faz um mergulho nas histórias de vários jovens pretos periféricos de Maceió, falando sobre o que é ser negro(a) em Alagoas, qual sua relação com seu território e seus sonhos para o futuro. Paralelo a esses relatos que ajudam no entendimento e pensamento sobre ser preto, o doc trás cenas das nossas culturais e exposições fotográficas realizadas ao longo dos quase quatro anos de projeto. Um documentário que fará você refletir sobre o poder da imagem negra no imaginário social, bem como entender a potencialidade dos corpos pretos periféricos no desenvolvimento, produção e ressignificação da cultura negra alagoana. EM BREVE NO CINEMA cartaz: gabriel pereira REALIZAÇÃO REALIZAÇÃO FICHA TÉCNICA: DOC - Um Olhar Sobre Nós Direção: Roger Silva Roteiro: Rose Monteiro Direção de Fotografia/Filmmaker: Kedinha Editor: Cainã Direção de Arte: Gabi Coelho Trilha sonora: Mary Alves, Guedexs, Jyray, Kz, Assistente de Direção: Roberta Reis & Grilo Assistentes de Produção: Gone - Grilo - Jiray, Kz - Rafinha - Maria Clara - Gabriel Augusto Assistente de Câmera - Cainã Captação de Som - Carol Justino Designer - Augusto - Catarina Cartaz - Gabriel Pereira Assessor de Imprensa - Wilson Smith Cortes - Roger Silva/ Kedinha/ Cainã Entrevistados: Jiray/ Gone / Grilo / Amora/ Cirilo/Lua / Gabi / Sillas / Gabriel / Mai /Vitória/Kz/Roger Silva

  • ENCONTROS FOTOGRÁFICOS | cliquilombo

    Galeria de fotos dos Encontros Fotográficos do Click Niggas, com vivências afro, expressão da negritude e fortalecimento da cultura periférica. HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close ENCONTROS FOTOGRÁFICOS: JACINTINHO - JAQUEIRA - CIDADE UNIVERSITÁRIA 00:00 / 02:16 ClickNiggas: Encontros Fotográficos como Potência de Reexistência e Imaginação Negra Os encontros fotográficos do projeto social ClickNiggas se consolidam como o nosso Baobá principal — símbolo de sabedoria ancestral, memória e resistência coletiva. Ao longo de quatro edições realizadas nos bairros do Jacintinho, Chã da Jaqueira, Cidade Universitária e Village Campestre, produzimos mais de 2.000 imagens que em breve estarão disponíveis para download e uso pedagógico por estudantes de escolas públicas alagoanas. Mas este projeto vai muito além de números. Estamos construindo uma nova imagem da periferia negra alagoana, uma imagem que não é capturada de fora para dentro, mas que nasce de dentro para dentro — a partir dos nossos corpos, das nossas estéticas, das nossas vivências e da nossa imaginação radical. Ao refletirmos sobre nossas próprias presenças, nossos traços, nossas potências e feridas, criamos ensaios fotográficos que são atos políticos, poéticos e pedagógicos. Como propõe Bell Hooks, pensar a estética negra é também pensar um lugar de cura e de reinvenção subjetiva: "A estética negra é uma forma de resistência à desumanização, uma afirmação da nossa humanidade." Os encontros ClickNiggas são exatamente isso — espaços de resistência imagética onde reivindicamos o direito de nos vermos e sermos vistos com dignidade, beleza e complexidade. Inspirados na perspectiva de Lélia Gonzalez, que denunciava o epistemicídio da cultura negra brasileira e defendia o saber produzido nas margens, nosso projeto atua no campo simbólico com a radicalidade de quem entende que imagem também é território. E esse território precisa ser ocupado por nós, com nossas narrativas, nossos filtros e nossos focos. As imagens que produzimos são nossas ferramentas de reexistência — ou, como diria Grada Kilomba, são "formas de quebrar o silêncio imposto às nossas histórias." A proposta é inédita em Alagoas: fotografar a negritude periférica a partir de uma metodologia de afeto, escuta, colaboração e imaginação, promovendo uma produção visual que combate estereótipos e ativa memórias coletivas. Mais que retratos, cada ensaio é um manifesto contra a invisibilidade. Cada clique é um grito por liberdade e pertencimento. Além da criação das imagens, há um cuidado intencional com sua destinação social e educacional. Ao disponibilizarmos essas fotos para uso pedagógico em escolas públicas, fomentamos debates sobre identidade, representatividade e poder. Alimentamos o desejo de futuros possíveis para a juventude negra periférica, colocando suas imagens como parte do currículo da vida. Comentários dos participantes: 🎤 “Foi a primeira vez que me vi bonito numa foto que eu mesmo escolhi como queria ser retratado.” Gone, 20 anos, Jacintinho 📸 “Esse projeto me deu coragem de sonhar com a fotografia como profissão. Nunca pensei que minha quebrada podia virar arte.” Tainá, 19 anos, Chã da Jaqueira 🖤 “Eu me emocionei. Ver minha filha se ver com orgulho numa imagem é algo que nenhuma escola jamais tinha proporcionado.” Dona Sandra, mãe de participante, Cidade Universitária 🌟 “ClickNiggas me ensinou que minha estética é válida, minha pele é bonita, meu cabelo é história. Nunca mais vou abaixar a cabeça.” Grilo,19 anos, Village Campestre

  • AFROART | cliquilombo

    Música Tema Dê Play 00:00 / 03:44 Edição I - Vergel 04-10-25 Créditos das imagens e vídeos: Fotos: @fotografamia - @arleansant_ Vídeos: @eufaiscaa @festivalafroart Bem vindxs ao nosso Quilombo de Memórias para o futuro! Curta e baixe suas lembranças preferidas. “É preciso descolonizar o pensamento e o olhar. A imagem do negro foi construída como o outro, o exótico, o subalterno. Romper com isso é afirmar nossa própria humanidade.” paráfrase de ideias em “Por um Feminismo Afro-Latino-Americano.” O Afroart é sobre isso. Esperamos que todos que pisaram nesse quilombo consigam se encontrar nessas novas memórias imaginadas, construídas por nós e para nós! Akê Arô. AfroArt Explore Festival AfroArt: Filhos de Dandara FICHA TÉCNICA: Idealizador e Produtor Cultural/Executivo: Roger Silva Produtor Cultural e Executivo: Wilson Smith Coordenação de Palco: Vivi Assistente de Direção: Grilo Coordenação da Feira de Artes: Nzinga Coordenação de passarela : Sillas e Nalanda Exposição Iròkò: Amora & Roger Silva Assistentes de Produção: Taís Soares e Pedro Designer: Gabriel Augusto DJs: Tainá, Vihttps e Raez Embaixadora: Stheffanía Kieza Acessibilidade: Acesselibras Oficineiro(a)s: Ana Carla Morais Roger Silva Maximus Almeida Curadoras Concurso Mobgrafia Almerinda Gama: Roberta Reis e Vitória Romeiro Videomaker/editor: Cainã Storymakers: Alicia Amorim, Léo e Faísca Fotografia: Mia, Arlean, Sara Apresentadoras: Mary Alvez, Rachel Vitória Romeiro Voluntários: Benjamin, Heloisy e Jiray, João

  • CULTURAIS | cliquilombo

    Exposição de fotos culturais que celebram a negritude, a arte e a história afro-brasileira. Imagens autênticas dos encontros fotográficos que valorizam a identidade e a cultura negra. Um Olhar Sobre Nós ROSA PARKS VOCÊ NUNCA DEVE TER MEDO DO QUE ESTÁ FAZENDO QUANDO ESTAR CERTO. MANIFESTO CKN CLIQUILOMBO culturais: Benedito bentes i - grota do cigano As Culturais do Projeto Social Clickniggas são eventos de multilinguagens artísticas que celebram a produção cultural preta e periférica de Maceió, reafirmando identidades e territorialidades historicamente marginalizadas. Inspiradas nas teorias de Lélia Gonzalez e Abdias do Nascimento, essas ações dialogam com a construção de uma estética afrocentrada e com o quilombismo enquanto prática de resistência e valorização da cultura negra. As edições realizadas na Grota do Cigano (Jacintinho) e no Parque Linear (Benedito Bentes I) em 2023 e 2024 reuniram diversas expressões artísticas — como música, dança, poesia, artes visuais, circo, oficinas, desfiles e fotografia — como forma de reexistência, educação e reconfiguração da imagem preta periférica alagoana. O Projeto Clickniggas atua como um coletivo político-cultural, alinhado ao pensamento de Gonzalez sobre a importância do “amefricanismo” e de Abdias na luta pela emancipação estética e social da população negra no Brasil. Fotos: Roger Silva - SARA - Mia Santos - ARTHUR - Arlean Sant fotos FOTOS: ROGER SILVA - SARA - MIA SANTOS - ARTHUR FELIPE - ARLEAN SANT

  • PROJETO CÁPSULA 24 | cliquilombo

    Projeto Cápsula 2025 do CKN - CLICK NIGGAS: Uma iniciativa cultural que registra e celebra momentos da negritude contemporânea através da fotografia e da arte, conectando passado, presente e futuro. HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close PROJETO CÁPSULA: RESIGNIFICANDO IMAGENS PRETAS -2024 São ensaios fotográficos desenvolvidos em coletivo, com equipe técnica e modelos que tem pela primeira vez a oportunidade de repensar nossas imagens e reconstruí-las à partir das suas experiências, técnicas, estudos e sonhos. Dessa forma o Ensaio Cápula fortalece o protagonismo negro, contruindo assim memórias que nos representam de fato. FOTOS: ROGER SILVA

  • COLLAB CKN ANKH | cliquilombo

    Galeria de fotos dos Encontros Fotográficos do Click Niggas, com vivências afro, expressão da negritude e fortalecimento da cultura periférica. HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close 00:00 / 02:16 ENSAIO FOTOGRÁFICO AUTORAL EM COLLAB COM O COLETIVO ANKH Mais que um simples ensaio, nossa collab reuniu oito modelos fotográficos tdoxs pretos periféricos, dois assistentes de produção, um assistente de fotografia, três diretores de arte, um storymaker e um fotográfo, em coletivo por seis horas fotografamos mais de quinhentas fotografias. Levamos quatro madrugadas para edição do material. Esse conjunto de forças: artistas, técnicos e modelos independentes todos pretos periféricos, conseguimos o resultado compartilhado aqui. Nossas ações em coleivo precisam de investimento financeiro para existir. Realizamos esse projeto apenas com o que temos ao nosso alcance, e, estamos orgulhosos que conseguimos, mesmo desacreditados, nós acreditamos e construimos um material imagético que vai muito além do que a divulgação de um produto. Produzimos possibilidades de nos autorrepresentarmos e entender o quanto nossa imagem é poderosa quando tratada com respeito. Os coletivos se uniram e mostraram que juntos conseguimos ressignificar nossa imagem a partir de construções e entendimentos sobre quem somos e a importância de entendermos isso. Imaginamos um mundo onde nossa imagem é nosso orgulho e fundamento da nossa existência. Na voz a criadora da marca ANKH: A Ecobag como Manifesto: Estética Negra, Resistência e Protagonismo Nesta collab potente entre a produtora, Awá, ANKH e o projeto social Clickniggas, a ecobag deixa de ser apenas um acessório utilitário para se tornar um símbolo de identidade, resistência e pertencimento. Presente nos ensaios Sabotage: O Legado Vivo e Eu Amo Ser Negona, ela atravessa imagens e corpos como extensão visual de uma estética negra periférica que se afirma, se impõe e se reinventa. Sabotage: O Legado Vivo No ensaio que reverencia a memória de um dos maiores ícones do rap nacional, a ecobag é peça central da composição visual. De um lado, o rosto de Sabotage, símbolo de autenticidade e gênio criativo das quebradas. Do outro, a frase que reverbera como um grito: "O dinheiro não compra sua postura". Como diria Frantz Fanon, “cada geração deve, em relativa opacidade, descobrir sua missão, cumpri-la ou traí-la”. Neste ensaio, a missão é clara: manter vivo o legado que inspira postura, ética e resistência frente à lógica capitalista que tenta reduzir o ser ao ter. A ecobag — objeto de reuso e ressignificação — ecoa práticas de sustentabilidade que sempre estiveram presentes na vivência periférica, muito antes de se tornarem tendência no discurso mainstream. Combinada a roupas garimpadas no Brechô do Grilo,com poses marcantes, ela se insere na tradição de reinvenção estética da favela, onde, como já ensinava Lélia Gonzalez, “o corpo negro é político mesmo quando dança”. Aqui, ele é político também quando carrega uma ecobag. Eu Amo Ser Negona Neste segundo ensaio, a ecobag caminha ao lado de mulheres negras que afirmam sua beleza, sua pluralidade e seu poder. Inserida em composições com saias fluidas, acessórios expressivos e olhares que atravessam a lente, ela acompanha o gesto de quem ocupa o espaço com força e presença. Essa representação vai além do visual: é performance de identidade, é orgulho do que se é. Como reforça bell hooks, “a estética negra é sempre uma forma de insurgência”. Aqui, cada elemento carrega essa insurgência com elegância e contundência. A ecobag funciona como extensão de uma consciência ancestral que honra a caminhada das que vieram antes, e que transforma o cotidiano em resistência simbólica. Um Objeto, Dois Ensaios, Uma Só Postura Em ambos ensaios, a ecobag atua como elo visual e conceitual. Ressignificando o objeto comum, ela se torna porta-voz de uma postura que desafia, que não negocia princípios, e que carrega com orgulho a raiz da cultura negra periférica. Mesmo dentro do ambiente controlado do estúdio, cada imagem pulsa com a energia das ruas, com a potência das quebradas e com a atitude de quem faz da estética um ato político. Este projeto não vende apenas produtos. Ele compartilha histórias, reverbera vozes, e transforma imagens em território de afirmação. Essa é mais que uma collab. É um manifesto visual. É Awá. É ANKH. É Clickniggas. É quebrada. É legado! Equipe técnica: Direção: Nalanda Gama & Roger Silva Modelos: Fotógrafo e diretor de imagem: @Rogersilvafotos Assistentes de produção\Diretores de arte: @olhos_dogril0_ @pedro_oliveira843 Um projeto realizado por: @clickniggas & @produtoraawa

  • PODCLICK | cliquilombo

    Ouça o PodClick — o podcast do Click Niggas. Conversas sobre arte, cultura, periferia, juventude e transformação social. HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close Pagina em construção. Em breve o melhor podcast afro. PODCLIQUE Alimenta Alimenta Alimenta

  • DEBATE ANTIRRACISTA | cliquilombo

    Reflexões potentes sobre literatura e negritude. Acompanhe os debates literários antirracistas do Click Niggas e fortaleça a consciência crítica. HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close debate antirracista DEBATE COMPLETO APRESENTAÇÃO: MARY ALVES GABRIELLA DE MOURA MARY ALVES APRESENTAÇÃO: GABRIELLA DE MOURA RESUMO ESTENDIDO Por Maria Raiane, Colunista Lélia González tem uma atuação ampla e é considerada um dos maiores nomes do movimento negro e de mulheres negras, não só no Brasil, mas no mundo. Além de ser historiadora, antropóloga e filósofa sua atuação percorreu partidos políticos e o Movimento Negro Unificado (MNU), movimento em que auxiliou na fundação. Vim por meio dessa nota, compartilhar a leitura com vocês. São textos magníficos, onde Lélia González nos instiga a pensar como o mito da democracia racial vai agir de forma específica em relação às mulheres negras e como a africanização do Brasil está presente no nosso cotidiano, mesmo que o racismo queira apaga-lo a todo custo. São inúmeros os motivos que me faz vos instigar a ler os escritos das mulheres negras e indígenas desse país. Nisso, pensei na proposta desse breve resumo para instigar-lhes a essa imersão. Um pouco sobre os textos: O racismo é apontado como o elemento que constitui e caracteriza a sociedade brasileira e quando se junta ao sexismo, se torna um duplo fator que violenta de forma particular as mulheres negras. González traz para a discussão a importância de pensarmos as mulheres negras para além das paredes socioeconômicas que nos atravessam e impõe ao debate outras categorias, que seria a noção de mulata, doméstica e mãe preta. Essas classificações citadas anteriormente (mulata, doméstica e mãe preta) são fundamentais para a compreensão do texto e a referida autora utilizará o exemplo do carnaval para exemplificar o mito da democracia racial e o seu simbolismo nessa época de festejo. Seria esse o período onde a mulher negra (mulata) vai sair do seu anonimato para ser o centro das atenções nos desfiles das escolas de samba. O carnaval se configura nesse evento, em que o sujeito negro sai das matérias policiais, para aparecer nas capas de revistas, é quando o mundo vai voltar seus olhos para a negritude que deixa de ser marginal para se tornar o símbolo. Nesse caso, se caracteriza o único momento onde o branco “aceitaria o protagonismo” que se dá a partir da imagem da “mulata” que representará para o mundo a fora, a “harmonia brasileira entre as raças”. O mito da democracia racial vai agir diferente em relação a mulher negra, porque para além do “endeusamento” que o carnaval vai impor a “mulata”, tem o outro lado que também irá compor essa mulher perante a sociedade, que será quando a mesma se transfigura na doméstica. No caso, os dois conceitos (mulata-doméstica) fazem parte da mesma mulher negra e a forma com que ela será vista vai depender da situação que estarão postas. Chegando nas “mucamas”, que seria a mulher negra que por muitas vezes foi a ama de leite, quem criou os filhos das mulheres brancas e que era obrigada a satisfazer o senhor de engenho, chegamos também à "mãe preta”, que seria aquela que cuidou, deu banho e ensinou a falar. A mãe preta seria aquela mulher que cumpriu a função materna no lugar da mulher branca e com essa função, a mesma passaria os valores que tinha para a criança tida como “brasileira” que irá praticar o pretuguês, que havia aprendido com ela. O pretuguês, segundo González (1983) seria uma marca da africanização do Brasil, principalmente, no que diz respeito às trocas das letras “L” por “R” em algumas palavras, exemplo: framengo, pois no idioma africano não existiria a pronúncia da letra “L”. Isso foi um dos porquês que Gonzalez procurou amadurecer mais o que estava pensando e que logo viraria conceito, que seriam as categorias “amefricanos” e améfrica ladina. González vai revelar que por conta de marcas iguais às citadas anteriormente (sobre a linguagem, marca da africanização) era preciso uma elaboração de um novo conceito que pensasse a América como um todo, pois quando se falava em “americano” automaticamente as pessoas associavam aos Estados Unidos. Então o que seríamos nós, pessoas localizadas nos outros lugares da América central, insular, sul, norte? Então nos explica que o fato dos Estados Unidos ser imperialista fazia com que as pessoas dos outros países das regiões já citadas ficassem passivas politicamente e ideologicamente. Por isso a urgência de refletirmos sobre amefricanidade. O termo “afro-americano” também vai parecer que só existem negros nos Estados Unidos e mais uma vez González (2019) destaca a importância de usarmos o conceito “amefricanos” para categorizar a todes nós, pois seria um termo mais democrático e não ficaria limitado a questões territoriais, linguísticas e ideológicas. E ai, gostaram do que leram? Deixo aqui as referências para que se aprofundem mais nas intelectuais tão necessárias para as ciências humanas e sociais desse país. A relevância de compreendermos conceitos cunhados por mulheres negras faz com que nós enquanto humanidade reconhecêssemos a potência que está nos nossos saberes. Quem como eu, escreve como quem denuncia o mundo? Referências GONZALEZ, Lélia. A Categoria Político-Cultural da Amefricanidade. In: Pensamento Feminista –Conceitos Fundamentais. BUARQUE DE HOLLANDA, Heloisa (org.). Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019, pp. 340-352. GONZALEZ, Lélia. Racismo e Sexismo na Cultura Brasileira. In: SILVA, Luiz Antônio Machado et alii. Movimentos sociais urba

  • QUILOMBO DAS ARTES | cliquilombo

    Oficina - Bags criativa - AfroArt Em parceria com a Produtora Awá e CKN criamos as ecobags do Festival AfroArt Filhos de Dandara - Evento que ocorrerá nos dia 04 e 11 de outubro, no Monumento ao Milénio no Vergel do Lago e no Parque Linear no Benedito Bentes I, respectivamente, das 15:00h às 20:00h.

  • PROJETO CÁPSULA 25 | cliquilombo

    HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close PROJETO CÁPSULA: Identidades negras - 2025 5.GUEDES - Somalia - MixMaster - Final-1 O Projeto Cápsula 2025 – Identidades Negras entende que Ser Negro é um ato coletivo de ressignificação da imagem. A partir de mini projetos desenvolvidos pelos próprios integrantes, os ensaios deste ano mergulham nas potencialidades de cada corpo fotografado, tendo como horizonte o afrofuturismo, mas atravessados também pela decolonialidade, pelo quilombismo e pela urgência de construir novas memórias visuais sobre corpos negros periféricos. Cada etapa do processo é vivida em conjunto: da concepção à iluminação, das referências textuais e visuais às entrevistas inéditas, cada decisão é fruto de discussão coletiva. A fotografia performática é nosso alicerce, mas o experimento artístico abre frestas para o inesperado, permitindo que a imagem não seja mera reprodução, mas criação viva de mundos. Como nos lembra Beatriz Nascimento, pensar identidade negra é "romper com o aprisionamento da imagem imposta" e conquistar o direito de narrar-se em outras formas. Assim, os ensaios não se limitam a registrar corpos negros periféricos — eles projetam futuros. Convocam cada fotografado a deslocar-se para além das margens, afirmando-se como sujeito ativo e criador de sua própria história. Frantz Fanon nos recorda que a descolonização é, sobretudo, "a criação de homens novos". Ao dar visibilidade à potência estética, política e cultural dos retratados, o Projeto Cápsula 2025 – Identidades Negras se inscreve como gesto de insurgência imagética, como rebelião contra o olhar colonial, afirmando: somos mais do que imagens domesticadas, somos fabulações de liberdade. E Lélia Gonzalez nos ensina que pensar a negritude no Brasil é indissociável da experiência da amefricanidade, essa fusão de memórias africanas e indígenas que pulsa nas periferias urbanas. Nossos ensaios, ao dar centralidade a corpos negros periféricos, reconhecem essa herança e a transformam em horizonte político e poético, reafirmando que não há futuro sem a memória insurgente do povo negro. Assim, cada fotografia é mais que um retrato: é um ato político, um chamado à reflexão. Olhar para esses corpos é confrontar a violência histórica das imagens coloniais, mas também é vislumbrar o poder de um povo que insiste em existir, resistir e reinventar-se. O Projeto Cápsula 2025 não é apenas sobre fotografia, é sobre memória, luta e liberdade. FOTOS: ROGER SILVA

  • EXPOSIÇÕES | cliquilombo

    Conheça as exposições do CKN - CLICK NIGGAS, com mostras fotográficas que destacam a cultura negra, a história afro-brasileira e a arte contemporânea. Experiências visuais que valorizam a diversidade e a identidade negra HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close DOC: UM OLHAR SOBRE NÓS REALIZAÇÃO: Exposição Fotográfica ClickNiggas: Um Olhar Sobre Nós Celebra a juventude negra periférica em Maceió Exposição traz uma nova perspectiva sobre a força dos jovens negros em um espaço de valorização cultural No dia 24 de novembro de 2024, o Parque Linear, localizado no Benedito Bentes I, se tornou um espaço de celebração e valorização da juventude periférica negra com a abertura da exposição "ClickNiggas: Um Olhar Sobre Nós", sob produção cultural e executiva do multiartista Roger Silva. Com curadoria do multiartista Jiray, Embaixador do projeto no Jacintinho, a exposição começou às 14h e apresentou 16 fotografias em tecido, trazendo à tona a beleza, força e diversidade dos jovens negros periféricos de Maceió. A proposta principal dessa exposição ao ar livre é oferecer uma nova perspectiva sobre os jovens das periferias alagoanas, destacando suas trajetórias de forma positiva e empoderada. Ao ocupar um espaço público, o projeto promove a arte e a reflexão diretamente nos bairros periféricos, proporcionando um contato acessível e inspirador com a produção artística. Roger Silva, CEO e idealizador do Projeto Social ClickNiggas, reforça o compromisso da iniciativa em mudar as narrativas sobre a população preta e periférica: "A criação dessa exposição emerge do desejo de desconstruir as narrativas racistas construídas ao longo dos séculos, inclusive com o uso da fotografia, sobre os jovens negros periféricos e promover uma imagem positiva e empoderada desses jovens. É uma oportunidade para que eles se vejam representados com dignidade, através de uma perspectiva que valoriza suas vivências, experiências e esperanças." Desconstruindo estereótipos e promovendo autoestima O projeto, foi selecionado pelo Edital de Concurso José Achiles Escobar nº23/2023 - Artes Visuais da Secult e contemplado pela Lei Paulo Gustavo II, propõe uma transformação visual que reverbera diretamente na autoestima dos jovens participantes e visitantes. Cada fotografia foi cuidadosamente pensada para promover uma imagem fortalecida da juventude periférica, destacando sua pluralidade e capacidade de resistir às adversidades. Um espaço de representatividade e protagonismo A realização da exposição em um bairro periférico é uma escolha estratégica para aproximar a comunidade de manifestações culturais que, muitas vezes, não são acessíveis aos moradores dessas regiões. Como explica Roger Silva, “A exposição será um momento de apreciação artística visual, levando à periferia a oportunidade de mais reflexões sobre a realidade dos jovens que ali vivem. Além disso, todo o processo será registrado e compartilhado nas redes sociais, ampliando o protagonismo desses jovens.” IMPORTANTE: A exposição Um Olhar Sobre Nós já percorrreu mais dois outros bairros, Jacintinho e Village II. FOTOS: ROGER SILVA I- SARA -MIA - ARTHUR VÍDEOS: KEDINHA

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