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  • ENCONTROS FOTOGRÁFICOS | cliquilombo

    Galeria de fotos dos Encontros Fotográficos do Click Niggas, com vivências afro, expressão da negritude e fortalecimento da cultura periférica. HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close ENCONTROS FOTOGRÁFICOS: JACINTINHO - JAQUEIRA - CIDADE UNIVERSITÁRIA 00:00 / 02:16 ClickNiggas: Encontros Fotográficos como Potência de Reexistência e Imaginação Negra Os encontros fotográficos do projeto social ClickNiggas se consolidam como o nosso Baobá principal — símbolo de sabedoria ancestral, memória e resistência coletiva. Ao longo de quatro edições realizadas nos bairros do Jacintinho, Chã da Jaqueira, Cidade Universitária e Village Campestre, produzimos mais de 2.000 imagens que em breve estarão disponíveis para download e uso pedagógico por estudantes de escolas públicas alagoanas. Mas este projeto vai muito além de números. Estamos construindo uma nova imagem da periferia negra alagoana, uma imagem que não é capturada de fora para dentro, mas que nasce de dentro para dentro — a partir dos nossos corpos, das nossas estéticas, das nossas vivências e da nossa imaginação radical. Ao refletirmos sobre nossas próprias presenças, nossos traços, nossas potências e feridas, criamos ensaios fotográficos que são atos políticos, poéticos e pedagógicos. Como propõe Bell Hooks, pensar a estética negra é também pensar um lugar de cura e de reinvenção subjetiva: "A estética negra é uma forma de resistência à desumanização, uma afirmação da nossa humanidade." Os encontros ClickNiggas são exatamente isso — espaços de resistência imagética onde reivindicamos o direito de nos vermos e sermos vistos com dignidade, beleza e complexidade. Inspirados na perspectiva de Lélia Gonzalez, que denunciava o epistemicídio da cultura negra brasileira e defendia o saber produzido nas margens, nosso projeto atua no campo simbólico com a radicalidade de quem entende que imagem também é território. E esse território precisa ser ocupado por nós, com nossas narrativas, nossos filtros e nossos focos. As imagens que produzimos são nossas ferramentas de reexistência — ou, como diria Grada Kilomba, são "formas de quebrar o silêncio imposto às nossas histórias." A proposta é inédita em Alagoas: fotografar a negritude periférica a partir de uma metodologia de afeto, escuta, colaboração e imaginação, promovendo uma produção visual que combate estereótipos e ativa memórias coletivas. Mais que retratos, cada ensaio é um manifesto contra a invisibilidade. Cada clique é um grito por liberdade e pertencimento. Além da criação das imagens, há um cuidado intencional com sua destinação social e educacional. Ao disponibilizarmos essas fotos para uso pedagógico em escolas públicas, fomentamos debates sobre identidade, representatividade e poder. Alimentamos o desejo de futuros possíveis para a juventude negra periférica, colocando suas imagens como parte do currículo da vida. Comentários dos participantes: 🎤 “Foi a primeira vez que me vi bonito numa foto que eu mesmo escolhi como queria ser retratado.” Gone, 20 anos, Jacintinho 📸 “Esse projeto me deu coragem de sonhar com a fotografia como profissão. Nunca pensei que minha quebrada podia virar arte.” Tainá, 19 anos, Chã da Jaqueira 🖤 “Eu me emocionei. Ver minha filha se ver com orgulho numa imagem é algo que nenhuma escola jamais tinha proporcionado.” Dona Sandra, mãe de participante, Cidade Universitária 🌟 “ClickNiggas me ensinou que minha estética é válida, minha pele é bonita, meu cabelo é história. Nunca mais vou abaixar a cabeça.” Grilo,19 anos, Village Campestre

  • PROJETO CÁPSULA 25 | cliquilombo

    HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close PROJETO CÁPSULA: Identidades negras - 2025 5.GUEDES - Somalia - MixMaster - Final-1 O Projeto Cápsula 2025 – Identidades Negras entende que Ser Negro é um ato coletivo de ressignificação da imagem. A partir de mini projetos desenvolvidos pelos próprios integrantes, os ensaios deste ano mergulham nas potencialidades de cada corpo fotografado, tendo como horizonte o afrofuturismo, mas atravessados também pela decolonialidade, pelo quilombismo e pela urgência de construir novas memórias visuais sobre corpos negros periféricos. Cada etapa do processo é vivida em conjunto: da concepção à iluminação, das referências textuais e visuais às entrevistas inéditas, cada decisão é fruto de discussão coletiva. A fotografia performática é nosso alicerce, mas o experimento artístico abre frestas para o inesperado, permitindo que a imagem não seja mera reprodução, mas criação viva de mundos. Como nos lembra Beatriz Nascimento, pensar identidade negra é "romper com o aprisionamento da imagem imposta" e conquistar o direito de narrar-se em outras formas. Assim, os ensaios não se limitam a registrar corpos negros periféricos — eles projetam futuros. Convocam cada fotografado a deslocar-se para além das margens, afirmando-se como sujeito ativo e criador de sua própria história. Frantz Fanon nos recorda que a descolonização é, sobretudo, "a criação de homens novos". Ao dar visibilidade à potência estética, política e cultural dos retratados, o Projeto Cápsula 2025 – Identidades Negras se inscreve como gesto de insurgência imagética, como rebelião contra o olhar colonial, afirmando: somos mais do que imagens domesticadas, somos fabulações de liberdade. E Lélia Gonzalez nos ensina que pensar a negritude no Brasil é indissociável da experiência da amefricanidade, essa fusão de memórias africanas e indígenas que pulsa nas periferias urbanas. Nossos ensaios, ao dar centralidade a corpos negros periféricos, reconhecem essa herança e a transformam em horizonte político e poético, reafirmando que não há futuro sem a memória insurgente do povo negro. Assim, cada fotografia é mais que um retrato: é um ato político, um chamado à reflexão. Olhar para esses corpos é confrontar a violência histórica das imagens coloniais, mas também é vislumbrar o poder de um povo que insiste em existir, resistir e reinventar-se. O Projeto Cápsula 2025 não é apenas sobre fotografia, é sobre memória, luta e liberdade. FOTOS: ROGER SILVA

  • EXPOSIÇÕES | cliquilombo

    Conheça as exposições do CKN - CLICK NIGGAS, com mostras fotográficas que destacam a cultura negra, a história afro-brasileira e a arte contemporânea. Experiências visuais que valorizam a diversidade e a identidade negra HOME CINECLIQUE DEBATE ANTIRRACISTA ENCONTROS FOTOGRÁFICOS QUEM SOMOS EXPOSIÇÕES PODCLICK PROJETO CÁPSULA 25 RODA DE CONVERSA CULTURAIS DOC CKN PROJETO CÁPSULA 24 COLLAB CKN ANKH QUILOMBO DAS ARTES AFROART Menu Close DOC: UM OLHAR SOBRE NÓS REALIZAÇÃO: Exposição Fotográfica ClickNiggas: Um Olhar Sobre Nós Celebra a juventude negra periférica em Maceió Exposição traz uma nova perspectiva sobre a força dos jovens negros em um espaço de valorização cultural No dia 24 de novembro de 2024, o Parque Linear, localizado no Benedito Bentes I, se tornou um espaço de celebração e valorização da juventude periférica negra com a abertura da exposição "ClickNiggas: Um Olhar Sobre Nós", sob produção cultural e executiva do multiartista Roger Silva. Com curadoria do multiartista Jiray, Embaixador do projeto no Jacintinho, a exposição começou às 14h e apresentou 16 fotografias em tecido, trazendo à tona a beleza, força e diversidade dos jovens negros periféricos de Maceió. A proposta principal dessa exposição ao ar livre é oferecer uma nova perspectiva sobre os jovens das periferias alagoanas, destacando suas trajetórias de forma positiva e empoderada. Ao ocupar um espaço público, o projeto promove a arte e a reflexão diretamente nos bairros periféricos, proporcionando um contato acessível e inspirador com a produção artística. Roger Silva, CEO e idealizador do Projeto Social ClickNiggas, reforça o compromisso da iniciativa em mudar as narrativas sobre a população preta e periférica: "A criação dessa exposição emerge do desejo de desconstruir as narrativas racistas construídas ao longo dos séculos, inclusive com o uso da fotografia, sobre os jovens negros periféricos e promover uma imagem positiva e empoderada desses jovens. É uma oportunidade para que eles se vejam representados com dignidade, através de uma perspectiva que valoriza suas vivências, experiências e esperanças." Desconstruindo estereótipos e promovendo autoestima O projeto, foi selecionado pelo Edital de Concurso José Achiles Escobar nº23/2023 - Artes Visuais da Secult e contemplado pela Lei Paulo Gustavo II, propõe uma transformação visual que reverbera diretamente na autoestima dos jovens participantes e visitantes. Cada fotografia foi cuidadosamente pensada para promover uma imagem fortalecida da juventude periférica, destacando sua pluralidade e capacidade de resistir às adversidades. Um espaço de representatividade e protagonismo A realização da exposição em um bairro periférico é uma escolha estratégica para aproximar a comunidade de manifestações culturais que, muitas vezes, não são acessíveis aos moradores dessas regiões. Como explica Roger Silva, “A exposição será um momento de apreciação artística visual, levando à periferia a oportunidade de mais reflexões sobre a realidade dos jovens que ali vivem. Além disso, todo o processo será registrado e compartilhado nas redes sociais, ampliando o protagonismo desses jovens.” IMPORTANTE: A exposição Um Olhar Sobre Nós já percorrreu mais dois outros bairros, Jacintinho e Village II. FOTOS: ROGER SILVA I- SARA -MIA - ARTHUR VÍDEOS: KEDINHA

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